Viroses – TV Anhanguera

Hoje de manhã dei uma entrevista ao vivo para o BOM DIA TO da TV Anhanguera.

tv anhanguera

Muito importante se atentar aos sintomas. Uma das perguntas foi a diferença entre os sintomas da Dengue e de uma Virose comum.

Lembrando também que para as mamães, recentemente fiz um post só sobre virose infantil.
Segue o link:
https://dranathaliafontana.com/2015/03/22/viroses-infantis-sintomas-e-como-proceder/

viroses

Para ver a entrevista completa:
http://g1.globo.com/to/tocantins/bom-dia-tocantins/videos/t/edicoes/v/aumento-nos-casos-de-virose-faz-procura-por-atendimento-subir-para-45-em-araguaina/4066060/

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Alimentação Infantil – Parte 1

A idade de 1 ano até a puberdade é um período de crescimento lento em comparação ao primeiro ano de vida, quando a criança triplica seu peso de nascimento. Em vista dessa desaceleração fisiológica do crescimento, é esperada a redução na ingestão alimentar nessa fase do desenvolvimento. Embora o padrão de crescimento seja bastante individualizado, crianças com 2 anos de idade até a puberdade ganham em torno de 2-3 kg ao ano e crescem de 5-8 cm ao ano.

eating baby girl
PRÉ-ESCOLAR
Nessa fase, a criança começa a desenvolver habilidades que permitem coordenação motora para levar a colher com o alimento à boca e beber líquidos em copo sozinha. Mamadeiras devem ser evitadas, por serem fonte de contaminação e para evitar cáries e outras alterações dentárias.
É nessa fase que a criança começa a formar suas preferências alimentares, de acordo com a exposição aos mais variados alimentos, constituindo, assim, os hábitos alimentares para as próximas fases do seu desenvolvimento.
As refeições devem ser realizadas em horários e períodos preestabelecidos de acordo com a rotina familiar, em um ambiente silencioso, agradável, de preferência na presença de toda a família, sendo que a criança deve estar acomodada em uma cadeira adequada e confortável para o seu tamanho. Essas práticas tornam as refeições momentos prazerosos do dia.
As crianças devem ser estimuladas para o consumo de uma dieta composta por alimentos coloridos com equilíbrio em macronutrientes (proteínas: 5-15%, gorduras: 25-35% e carboidratos: 45-65% da dieta) e micronutrientes (cálcio, magnésio, zinco, ferro, vitaminas) para cada faixa etária. Também devem participar da escolha dos alimentos a serem ingeridos, sempre com a supervisão de um adulto e de acordo com as suas preferências.

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ESCOLAR
Essa é a fase em que a criança praticamente estabelece seus hábitos alimentares para a vida adulta. Época em que desenvolve e intensifica suas relações pessoais e passam a frequentar ambientes diferentes do próprio lar. Os amigos, os colegas, assim como a televisão, podem influenciar negativa ou positivamente as atitudes e escolhas alimentares. Às vezes, há contrariedade por parte da criança na escolha da merenda escolar feita pelos pais ou cuidadores, o que gera um impasse entre o que seria um lanche saudável e o culturalmente aceito pelos colegas na escola.

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As crianças nessa idade tendem a comer o que o grupo de amigos come, logo, é importante evitar que a ingestão de alimentos artificiais, como salgadinhos, refrigerantes, bolachas recheadas e demais guloseimas, tornem-se rotina, embora não devam ser completamente proibidos.
Assim como na idade pré-escolar, a quantidade de alimentos ingeridos é muito variada para cada criança e depende do metabolismo basal, taxa de crescimento, atividade física diária, sexo e estágio de desenvolvimento puberal.

APROVEITANDO este post sobre alimentação infantil, quero dividir com vocês:

simposio

Vem aí o 1º Simpósio de Nutrição Infantil em Araguaína – TO.
Em breve passo mais informações aqui no BLOG!

VIROSES INFANTIS – sintomas e como proceder

Já repararam que “de tempos em tempos” as crianças parecem adoecer todas “de uma vez só?”

Isso se chama sazonalidade! Os vírus tem uma época para aparecer, provocando as famosas viroses! Elas são das mais diversas etiologias: vírus da dengue, rotavírus, vírus sincicial respiratório, o novo chikungunya..

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Porém essas doenças tem mais ou menos os mesmos sintomas: geralmente apresentam febre alta, com náuseas, vômitos e queda do estado geral, falta de apetite. No caso das viroses que acometem o sistema respiratório, teremos congestão nasal, rinorreia (secreção nasal), tosse (geralmente seca e persistente, em crise) desconforto respiratório e sibilância (“chiado no peito” semelhante ao que é ouvido na crise de asma e que provoca o famoso “cansaço”). São situações que geram muita angústia nos pais, principalmente na seguinte questão: “devo ir à Emergência ou não?”.

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Alguns sintomas sugerem uma atenção maior e devem ser levados em conta na hora dessa decisão:

1- Febre: a mais temida pelas mães!!!! Sempre prestar atenção nela! A febre indica que algo não vai bem no organismo e ele está tentando se defender! Dois episódios de febre nas ultimas 24 horas, sendo um deles superior a 38,5 graus, ou naqueles casos em que a febre é constante e retorna com menos de seis horas do uso do antitérmico, geralmente indicam necessidade de consulta médica. Só é considerado febre quando a temperatura ultrapassa 37,7graus.

2- Diarréia: acima de 5 episódios diarreicos líquidos nas últimas 24 horas.

3- Vômitos: acima de 4 episódios de vômitos nas últimas 24 horas, ou mais de 3 episódios de vômitos no intervalo de uma hora.

4- Tosse: seca, irritadiça, que não deixe a criança dormir à noite ou que a mesma vomite após tossir, ou associada à cansaço independente de ser seca ou cheia.

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Nos casos abaixo procurar SEMPRE a emergência:

-Se a criança estiver muito “molinha”, sem conseguir se alimentar.
– Mucosas secas e choro sem lágrima.
-Se não apresentar diurese (feito xixi) nas últimas 6 horas.
-Com desconforto respiratório (cansaço em que a criança “faz força para puxar o ar”). Geralmente com a respiração acelerada e com as costelinhas “à mostra” na hora que respira
-Se estiver frequentemente irritada.
-Com dor abdominal frequente.

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Embora as viroses sejam mais comuns, não podemos esquecer das infecções bacterianas: no início os sintomas são muito parecidos. E um quadro viral pode se complicar e evoluir com infecção secundária, mudando aí a conduta do caso. Por isso que às vezes, no começo a criança não tem necessidade de usar antibióticos e mais tarde possa ter que usá-los. Vírus não são tratados com antibióticos! Por isso a necessidade de reavaliação em casos prolongados, persistentes ou com mudança do quadro!

Espero ter ajudado! ,)

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Baby Wrap – Bebê Enrolado

Nos primeiros dias o recém nascido ainda está acostumado com a proteção do útero e não se sente tão confortável completamente solto!

Já repararam que assim que o deitamos ele se “assusta” e geralmente vem seguido de choro?

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Importante não apertar demais, o bebê precisa ter um certo espaço para poder movimentar os membros!

Segue também um vídeo ensinando:

#dicasdranathaliafontana